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Larissa Caramaschi

Artigo clínico

Teoria do apego em adultos autistas: por que o padrão "evitativo" costuma ser lido errado

Por Larissa Caramaschi · Psicóloga clínica e terapeuta familiar · Goiânia · publicado em 18 de maio de 2026

Uma paciente de quarenta e dois anos chega ao consultório com um laudo recente de autismo nível 1 e uma frase pronta: o terapeuta anterior disse que ela tinha apego evitativo. Ela ri sem ironia quando conta, e diz que sempre soube que era assim, não gosta de ligação telefônica, prefere mensagem escrita, sente cansaço físico depois de um almoço de família. O que ela não sabia, e o que a literatura clínica vem reposicionando desde Beaudoin, Gauthier e Ouellet (2020), é que boa parte do que se chama de evitativo na adulta autista nível 1 não descreve um padrão de apego, descreve a tradução grosseira de um modo neurológico de regular proximidade.

O ponto de partida

Bowlby pensou em uma criança. Mikulincer e Shaver pensaram em uma adulta

John Bowlby formulou a teoria do apego no fim dos anos 1950 observando crianças separadas das mães em hospitais britânicos. Mary Ainsworth deu corpo empírico ao modelo com a Situação Estranha, um procedimento de laboratório que classificou bebês em quatro padrões de organização do vínculo: seguro, ansioso, evitativo e desorganizado. Mary Main, nos anos 1980, fez a ponte para a vida adulta com a Adult Attachment Interview, que avalia não o comportamento atual, mas a coerência narrativa com que um adulto recupera a história das próprias relações de apego primárias. Mikulincer e Shaver, ao longo dos últimos vinte e cinco anos, consolidaram a versão da teoria que hoje circula em psicologia clínica do adulto: estilos dimensionais, com ansiedade e evitação como dois eixos, em vez de quatro caixas estanques.

Nenhum desses pesquisadores construiu a teoria pensando em adultos autistas. Bowlby trabalhou com crianças com história de privação. A Situação Estranha foi calibrada para bebês neurotípicos de classe média norte-americana. A Adult Attachment Interview pressupõe um entrevistado capaz de improvisar narrativa autobiográfica fluida sob pressão temporal, e codifica o discurso pela densidade de exemplos espontâneos, pela fluência associativa, pela vivacidade afetiva da recordação. Tudo isso é vocabulário clínico construído por e para mentes neurotípicas. Quando o instrumento atravessa a fronteira do espectro autista adulto, o que ele captura nem sempre é o que ele pensa estar capturando.

O que a entrevista mede

Coerência narrativa, traço autístico e o falso positivo do "distanciado"

O achado mais consequente da última década sobre o tema vem do estudo canadense de Beaudoin, Gauthier e Ouellet (2020), publicado em Research in Autism Spectrum Disorders. As pesquisadoras aplicaram a Adult Attachment Interview em adultos autistas sem deficiência intelectual e encontraram uma proporção alta de transcrições classificadas como pouco coerentes pelo sistema padrão de Mary Main. Quando foram olhar de perto, descobriram algo metodologicamente desconfortável: os traços autísticos previam a baixa coerência narrativa melhor do que o histórico de apego. Em outras palavras, o instrumento estava lendo como sinal de distanciamento defensivo o que era, em larga medida, uma assinatura do funcionamento autista, economia narrativa, literalidade, menor elaboração espontânea de cenas afetivas, preferência por descrição factual em vez de evocação atmosférica.

McKenzie e Dallos (2017), em Attachment & Human Development, chegaram a conclusão semelhante por via qualitativa. A entrevista funciona com adulto autista nível 1, mas precisa de adaptação na condução: clarificar perguntas que carregam ambiguidade pragmática, permitir sondagens explícitas, evitar pressupor que a brevidade descritiva é defesa. Quando o entrevistador respeita o estilo comunicativo do entrevistado, a classificação de apego muda em uma proporção não desprezível de casos. O que parecia categoria estável do sujeito era, em parte, artefato do encontro.

A clínica derivada disso é prudente. Antes de afirmar a uma adulta autista nível 1 que ela tem apego evitativo, vale perguntar se o instrumento usado para chegar a essa conclusão foi calibrado para o estilo cognitivo dela, e se quem conduziu o encontro sabia distinguir reserva narrativa autística de evitação relacional.

Beaudoin, Gauthier & Ouellet (2020) · McKenzie & Dallos (2017)

O que Mikulincer e Shaver descrevem

A diferença entre desativar um vínculo e regular um sistema nervoso

No modelo de Mikulincer e Shaver, evitação no apego adulto é uma estratégia chamada desativadora. O adulto desativador minimiza a relevância da figura de apego, suprime a expressão de necessidade, mantém distância emocional como forma de não acessar a memória implícita de respostas pouco confiáveis na infância. É uma operação psicológica, com história relacional por trás, com afeto reprimido por baixo do quadro aparentemente calmo. A pessoa desativadora costuma relatar que detesta depender e que se irrita quando o parceiro pede mais proximidade do que ela quer dar.

O adulto autista nível 1 também pode preferir distância, recusar contato físico em determinadas horas do dia, pedir tempo a sós depois de um evento social. A apresentação se parece. O mecanismo por baixo é outro. O que costuma operar ali é regulação neurossensorial, fadiga decorrente de processamento intenso de estímulo, sobrecarga vestibular, custo cognitivo da decodificação de pistas sociais sutis, necessidade fisiológica de ambiente com menos demanda interpretativa. A literatura sobre monotropismo (Wood, 2021) descreve um sistema atencional que concentra recursos em poucos canais por vez; quando esse sistema entra em saturação, o organismo pede recuo. Esse recuo não é desinvestimento do vínculo. É manutenção da capacidade de seguir investido nele.

A consequência clínica da distinção é precisa. Em apego desativador clássico, o trabalho terapêutico envolve acessar a origem da defesa, tolerar a emergência da necessidade reprimida, reaprender que a proximidade pode ser segura. Em regulação neurossensorial autística, o trabalho envolve mapear gatilhos sensoriais, negociar previsibilidade de espaço e tempo, construir com o parceiro um vocabulário compartilhado sobre janelas de disponibilidade. São dois trabalhos diferentes. Confundi-los faz a adulta autista se sentir psicologizada por algo que, no corpo dela, é fisiológico.

No consultório

Uma conversa de terça-feira, recomposta a partir de padrões recorrentes

Caso composto hipotético baseado em padrões clínicos típicos. Sigilo profissional preservado.

O casal chega à sessão depois de uma semana difícil. Ela, com diagnóstico de autismo nível 1 há oito meses, descreve a sequência de dias em ordem cronológica e em tom baixo. Ele, neurotípico, interrompe logo no segundo minuto: o problema é que quando eu chego do trabalho ela já está com fone de ouvido e não levanta os olhos do livro. Ela responde sem se alterar: eu te avisei na quinta que quarta seria assim, porque na terça eu tive reunião presencial longa. Ele se vira para mim e diz, na voz que misturam mágoa e cansaço, que esse jeito de receber tem um nome, leu na internet, é apego evitativo, e que a terapia anterior tinha confirmado.

A pergunta que abre o trabalho clínico, ali, não é se o rótulo cabe. É mais simples: o que acontece no corpo dela entre a saída da reunião de terça e a chegada dele em casa na quarta? Em quanto tempo o sistema dela recompõe a capacidade de sustentar conversa sem aviso prévio? Existe um modo concreto de ele sinalizar a chegada que respeite o ritmo dela sem que ela precise recolher proteção sensorial? A conversa muda de natureza. Sai do registro de defeito de caráter, da acusação implícita sobre quem ama menos, e entra no registro do que duas pessoas precisam negociar para conviver. A literatura de Pearson e Rose (2021), no Frontiers in Psychology, mostra que muito do mascaramento autístico em vida adulta é exatamente uma tentativa de evitar essa conversa, porque ela parece, à pessoa autista, custo demais para pedir. A clínica tem o papel de tornar o pedido pronunciável.

(Caso composto. Sigilo profissional preservado.)

Uma escola que ajuda

O Dynamic-Maturational Model de Patricia Crittenden e a leitura funcional

Patricia Crittenden, aluna de Ainsworth, desenvolveu uma vertente da teoria do apego que vem sendo útil para entender adultos autistas. Em vez de classificar estilos como traços fixos do sujeito, o Dynamic-Maturational Model lê apego como conjunto de estratégias de processamento de informação aprendidas para se proteger em contextos relacionais específicos. A pergunta deixa de ser que tipo de apego você é e passa a ser que estratégia você desenvolveu para lidar com a informação relacional que seu ambiente forneceu.

Steve Farnfield, no capítulo dedicado ao tema no Handbook of Adult Attachment (Farnfield, 2020), defende que essa lente funcional permite ao clínico separar duas coisas que a Adult Attachment Interview clássica costuma misturar: a assinatura cognitiva do autismo (literalidade, economia narrativa, dificuldade de mentalização rápida sob pressão) e a estratégia de apego propriamente dita (compulsão à autossuficiência, evitação ativa de intimidade, alternância entre busca e recuo). Quando se faz essa separação, descobre-se que muitas adultas autistas nível 1 têm estratégia de apego funcional e bastante saudável, só não conseguem demonstrá-la em formato que o protocolo padrão reconheça. Fasolo, Gagliardini e Ristallo (2016), no Journal of Autism and Developmental Disorders, validaram empiricamente a aplicabilidade do método em adultos com Síndrome de Asperger (terminologia da época da publicação), com resultados que sustentam essa hipótese.

Mascaramento e vínculo

O custo, para o apego adulto, de uma vida inteira de imitação social

Amy Pearson e Kieran Rose, em uma análise conceitual publicada em 2021, fizeram a articulação mais clara que se conhece entre mascaramento autístico e apego adulto. O raciocínio é direto. Se uma pessoa autista aprendeu desde a infância que só recebe aceitação social quando apresenta uma versão imitativa de si, uma persona que custa esforço cognitivo constante e que esconde o funcionamento real, o vínculo adulto que ela forma sobre essa persona carrega um ruído estrutural. A outra pessoa ama, ou pensa que ama, alguém que não é exatamente a pessoa real. A pessoa autista sabe disso por dentro. O resultado, descrito por Bargiela, Steward e Mandy (2016) em mulheres com diagnóstico tardio, é uma sensação crônica de inautenticidade dentro do relacionamento, que pode se confundir com apego inseguro ansioso ou com depressão de longa duração, mas que tem origem distinta.

Há um corolário importante. O diagnóstico tardio, quando bem conduzido, costuma abrir espaço para o que se poderia chamar de renegociação do vínculo: a pessoa autista começa a desmascarar gradualmente, e o parceiro precisa decidir, no presente, se ama também a versão que está aparecendo agora. Sesco, Gummersall e Stagg (2022) encontraram, em amostra comunitária de adultos com traços autísticos, correlação consistente entre apego inseguro autorrelatado e marcadores de saúde mental, e a leitura clínica cuidadosa sugere que parte dessa insegurança se deve menos a organização interna do apego e mais ao acúmulo de relações construídas sobre persona mascarada. A consequência terapêutica disso é trabalhar autenticidade relacional como vetor de segurança, não como ameaça a ela.

Sifre e colaboradores (2023), no Journal of Autism and Developmental Disorders, deram um passo adicional ao mostrar que a autocompaixão funciona como mediadora entre apego inseguro, alexitimia e sofrimento psicológico em adultos autistas. O achado tem força clínica: trabalhar autocompaixão num adulto autista nível 1 não é exercício de autoajuda. É intervenção que atua exatamente no ponto onde o vínculo construído sobre persona falha, devolvendo à pessoa o direito de ser, dentro da própria relação, a versão que ela é por fora do treino social.

O mal-entendido é bilateral

Milton, Crompton, Pellicano: o vínculo adulto entre dois sistemas neurológicos

Damian Milton publicou em 2012, no Disability & Society, um artigo curto que reordenou parte da literatura. A tese da dupla empatia sustenta que a dificuldade de leitura social entre adulto autista e adulto não autista é bidirecional. Os dois lados falham em ler o outro, não por déficit isolado de um deles, mas por descompasso entre dois modos legítimos de codificar comunicação afetiva. Crompton e colegas (2020), no Autism, sustentaram a hipótese empiricamente em estudo sobre transferência de informação entre pares: adultos autistas se comunicam com outros adultos autistas com a mesma eficácia com que adultos neurotípicos se comunicam entre si. O ruído aparece, e cresce, na díade cruzada.

Aplicada ao apego adulto, a tese reorganiza o objeto da clínica. O que se observa quando uma adulta autista é classificada como distanciada em uma entrevista clínica não é, com frequência, uma organização interna do apego, é o produto de um encontro comunicativo entre duas gramáticas que se desconhecem. Pellicano, Dinsmore e Charman (2022), em editorial publicado em Autism, defenderam que a pesquisa sobre adultos autistas precisa ser coproduzida com a comunidade autista, exatamente para evitar que categorias construídas no idioma neurotípico capturem como déficit o que é diferença legítima. A consequência para terapia de casal neurodivergente é que o trabalho não tenta normalizar o cônjuge autista para o idioma do parceiro, ensina os dois a construírem um terceiro idioma, comum, em que os dois sistemas se entendem sem que nenhum dos dois precise traduzir o tempo inteiro.

Onde está a pesquisa brasileira

Uma lacuna que vale registrar em pt-BR

A produção brasileira específica sobre teoria do apego em adultos autistas, no recorte 2024–2026, é incipiente. A pesquisa nacional sobre autismo concentra-se em infância, e a pesquisa sobre apego adulto raramente cruza com neurodivergência. Há núcleos em atividade, o Laboratório de Pesquisa e Intervenção em Autismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, programas de pós-graduação do Instituto de Psicologia da USP, o Núcleo de Estudos e Pesquisa em Transtornos do Desenvolvimento ligado à UFRGS e ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre, mas a interseção temática ainda depende, em larga medida, de teses e dissertações em andamento, rastreáveis nas bibliotecas digitais institucionais e na Plataforma Lattes. Para a pesquisadora brasileira que desenha projeto agora, há vácuo real a ocupar; para a clínica que atende adulto autista em português, a literatura de referência segue sendo majoritariamente anglófona.

O que isso muda no consultório

Uma postura clínica diante do laudo de apego em adulto autista nível 1

Quando uma paciente adulta autista nível 1 chega ao consultório carregando um rótulo prévio de apego evitativo ou desativador, a primeira tarefa não é confirmar nem refutar. É reabrir o processo. Vale entender em que instrumento o rótulo foi atribuído, em que condição comunicativa o encontro avaliativo aconteceu, se a clínica que avaliou levou em conta o estilo cognitivo autístico, e o que a paciente reconhece, no próprio corpo e na própria história, como pertencente a vínculo e o que ela reconhece como regulação sensorial. Esse cuidado modifica o contrato terapêutico desde a primeira sessão. Em vez de assumir uma defesa a ser trabalhada, parte-se de uma diferença neurofisiológica a ser conhecida, e, dentro dessa diferença, investiga-se o que de fato é organização do apego e merece elaboração psicológica.

Em terapia de casal neurodivergente, a leitura crítica do rótulo evita o desgaste recorrente de transformar uma diferença de ritmo em prova de pouco amor. O parceiro neurotípico costuma chegar tranquilizado quando descobre que o recolhimento da companheira depois do trabalho não é índice de descompromisso relacional. A companheira autista costuma chegar aliviada quando descobre que pode pedir o que precisa, janela de silêncio, aviso prévio de visita, uma hora a sós antes da conversa difícil — sem que isso seja interpretado como sintoma a ser corrigido. O vínculo, com frequência, não estava em risco. O que estava em risco era a leitura compartilhada do vínculo.

A paciente que entrou no início deste texto, com o laudo na mão e o riso baixo, segue em atendimento. Em determinada semana, ela descreveu, sem usar essas palavras, a diferença que a literatura descreve. Disse que não é que ela não queira encostar no marido quando ele chega, é que ela precisa de quinze minutos depois de atravessar a porta de casa antes de qualquer toque, e que se tiver esses quinze minutos sai do quarto querendo. O marido, sentado ao lado dela na sessão, ouviu como quem ouve uma frase que ele esperou anos para escutar. Não é evitativo. É outra coisa, mais simples e mais precisa, que a teoria do apego só consegue descrever bem quando aceita ler o sistema nervoso que está atrás do comportamento.

Bibliografia

Referências citadas neste texto

  • Bargiela, S., Steward, R., & Mandy, W. (2016). The experiences of late-diagnosed women with autism spectrum conditions: an investigation of the female autism phenotype. Journal of Autism and Developmental Disorders, 46(10), 3281–3294.
  • Beaudoin, A. J., Gauthier, N., & Ouellet, O. (2020). Narrative coherence in the Adult Attachment Interview of adults with autism spectrum disorder. Research in Autism Spectrum Disorders, 77, 101614.
  • Crompton, C. J., Ropar, D., Evans-Williams, C. V. M., Flynn, E. G., & Fletcher-Watson, S. (2020). Autistic peer-to-peer information transfer is highly effective. Autism, 24(7), 1704–1712.
  • Farnfield, S. (2020). DMM assessment of attachment in adults with autism spectrum conditions. Em J. A. Simpson & W. S. Rholes (Eds.), Handbook of Adult Attachment: Theory, Research, and Clinical Practice (3ª ed., pp. 310–328). The Guilford Press.
  • Fasolo, M., Gagliardini, G., & Ristallo, A. (2016). Attachment and mentalization in adults with Asperger syndrome. Journal of Autism and Developmental Disorders, 46(12), 3690–3702.
  • McKenzie, R., & Dallos, R. (2017). Attachment and autism: a review of the literature and a case study. Attachment & Human Development, 19(2), 160–183.
  • Milton, D. E. M. (2012). On the ontological status of autism: the double empathy problem. Disability & Society, 27(6), 883–887.
  • Pearson, A., & Rose, K. (2021). A conceptual analysis of autistic masking: understanding the narrative of resistance. Frontiers in Psychology, 12, 707826.
  • Pellicano, E., Dinsmore, A., & Charman, T. (2022). A new way of thinking about data sharing in autism research. Autism, 26(8), 1897–1901.
  • Sesco, B., Gummersall, G., & Stagg, S. D. (2022). Attachment styles, autistic traits, and mental health in a community sample of adults. Research in Autism Spectrum Disorders, 93, 101948.
  • Sifre, L., et al. (2023). Self-compassion as a mediator between attachment, alexithymia, and psychological distress in adults with autism. Journal of Autism and Developmental Disorders, 53(11), 4381–4393.
  • Wood, R. (2021). Monotropism: an interest-based account of autism. Autism, 25(8), 2296–2303.

Sobre a autora e atendimento

Se este texto descreve algo que você reconhece

Larissa Caramaschi atende presencialmente em Goiânia (Setor Marista) e online (Resolução CFP nº 11/2018). Psicóloga clínica e terapeuta familiar, mestre em Psicologia pela USP, Inscrição CRP em atualização. O trabalho com adultos autistas nível 1 de suporte e com casais neurodivergentes articula teoria do apego, terapia cognitivo-comportamental adaptada, terapia familiar sistêmica e regulação neurossensorial.

Conteúdo informativo, não substitui avaliação ou acompanhamento clínico individual. Diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista requer avaliação clínica realizada por profissional qualificado. Portal segue a Resolução CFP nº 03/2007 (Publicidade Profissional) e a Resolução CFP nº 11/2018 (Atendimento online).