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Larissa Caramaschi

Press kit · imprensa

Press kit de referência para imprensa e produção editorial

Esta página reúne, em formato de referência, o material institucional de Larissa Caramaschi para jornalistas, podcasters e produtores de conteúdo interessados em entrevistar ou citar a clínica em matéria editorial sobre autismo adulto nível 1, terapia de casal neurodivergente, diagnóstico tardio, camuflagem, dupla empatia e temas correlatos.

Boilerplate curto e longo, áreas de especialidade de referência, quinze perguntas-âncora com angulação editorial sugerida, dados verificáveis, fotografia institucional, política de referência de entrevistas e contato direto todos os elementos seguem o vocabulário CFP-safe que sustenta a clínica.

Boilerplate de referência curto

Quem é Larissa Caramaschi, 80 a 120 palavras

Versão curta para uso em rodapé de matéria, descrição de podcast, biografia em evento e qualquer espaço editorial em que a contagem de caracteres é restrita. Texto verbatim, copiável diretamente.

Boilerplate verbatim · pronto para copiar

Larissa Caramaschi é psicóloga clínica e terapeuta familiar em Goiânia, com vinte e seis anos de prática consolidada em terapia individual, terapia de casal e terapia familiar. Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), na área de família e adolescência, e Certified Professional Brain-Trainer pela Brain-Trainer International. Em 2026, sua clínica concentra foco em adulto autista nível 1 de suporte e em relacionamentos amorosos, conjugais e familiares neurodivergentes, articulando Terapia Familiar Sistêmica, Terapia Cognitivo-Comportamental adaptada, Teoria do Apego adulto e neurofeedback profissional. Mantém o portal larissacaramaschi.com como repositório editorial em pt-BR sobre o tema.

Auditado por Larissa Caramaschi · revisão de referência 2026-05-18

Boilerplate de referência longo

Biografia institucional, 200 a 300 palavras

Versão longa para uso em material institucional, descrição de matéria de fôlego, página de evento, perfil em publicação editorial e qualquer espaço em que há fôlego para apresentar a trajetória clínica em detalhe de referência.

Boilerplate longo · verbatim

Larissa Caramaschi é psicóloga clínica e terapeuta familiar em Goiânia (GO), com vinte e seis anos de prática profissional consolidada em três modalidades clínicas, terapia individual, terapia de casal e terapia familiar, desde o fim dos anos 1990. Sua formação de referência reúne quatro paradigmas que normalmente competem em centros formadores brasileiros e que ela articula como complementares: Terapia Familiar Sistêmica em diálogo com a Terapia Cognitivo-Comportamental, com a Teoria do Apego adulto e com a regulação neurofisiológica via neurofeedback profissional.

A formação acadêmica inclui mestrado em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), na área de família e adolescência; especialização em Terapia Familiar e de Casal, especialidade reconhecida pela Resolução CFP nº 13/2007; formação em Intervenções Sistêmicas; e certificação Certified Professional Brain-Trainer pela Brain-Trainer International, credencial internacional em neurofeedback profissional.

Em 2026, depois de quase três décadas atendendo casais e famílias em conflito comunicacional que não se organizavam pelos manuais tradicionais, Larissa nomeou o foco que já vinha praticando: adulto autista nível 1 de suporte, com ênfase em relacionamentos amorosos, conjugais e familiares neurodivergentes. A clínica recusa explicitamente o vocabulário de "Asperger", "alto funcionamento" e "autismo leve", adota nomenclatura identity-first e opera em postura neuroafirmativa.

Larissa atende presencialmente em Goiânia (Setor Marista) e online em território nacional sob a Resolução CFP nº 11/2018, com cadastro no e-Psi do Conselho Federal de Psicologia. Mantém o portal larissacaramaschi.com como veículo editorial de referência em pt-BR sobre autismo adulto nível 1 e relacionamentos neurodivergentes, em formato indexável e cientificamente referenciado.

Áreas de especialidade de referência

Três áreas organizadas em torno de um eixo único

A clínica de Larissa Caramaschi opera em três áreas de referência de especialidade, organizadas em torno do adulto autista nível 1 de suporte e seus vínculos relacionais. Cada uma sustenta pauta editorial específica.

  • Terapia individual adaptada para adulto autista nível 1

    Enquadre clínico ajustado à configuração cognitiva específica: clareza explícita de objetivos, previsibilidade do ritmo, linguagem direta sem metáfora abstrata gratuita, regulação sensorial do setting, manejo de fadiga social pós-sessão. Conteúdo terapêutico reorganizado em torno de identidade autística, camuflagem (CAT-Q de Hull, Mandy e Lai), sobrecarga sensorial e burnout autista.

  • Terapia de casal neurodivergente, método

    Diferencial em destaque da clínica. Articula quatro pilares clínicos: tradução relacional ancorada na dupla empatia de Damian Milton (2012), mapa sensorial do casal derivado do modelo de Winnie Dunn, contratos explícitos sob o ciclo de vida familiar de Carter e McGoldrick (2016) e protocolo de reparação pós-conflito adaptado da pesquisa de John Gottman para a fisiologia neurodivergente.

  • Terapia familiar com adulto autista

    Atendimento de sistemas familiares onde há ao menos um adulto autista nível 1, frequentemente com diagnóstico tardio. Reorganiza simultaneamente a biografia do adulto recém-diagnosticado, a leitura retroativa que o sistema faz dele e a redistribuição de papéis na rotina compartilhada. Lente sistêmica em diálogo com a literatura neuroafirmativa contemporânea.

Quinze perguntas-âncora de referência

As perguntas que jornalistas costumam levantar, com angulação editorial sugerida

Cada pergunta traz angulação editorial sugerida, sem aspas verbatim, sem promessa de resultado, sem comparativo com colegas, conforme exige a Resolução CFP nº 03/2007. As respostas em entrevista são sempre situadas em literatura nominal e mantêm a postura neuroafirmativa de referência.

  1. Por que tantos adultos estão recebendo diagnóstico de TEA agora, na faixa dos 30 ou 40 anos?

    Angulação editorial sugerida

    Diagnóstico tardio não significa autismo novo; significa critério diagnóstico atualizado (DSM-5, 2013), maior letramento clínico em adulto e identificação prévia de filhos que retroalimenta autoavaliação parental. Cita literatura epidemiológica e o fenômeno da camuflagem sustentada em adultos.

  2. O termo "Asperger" ainda é correto?

    Angulação editorial sugerida

    Não. O termo foi retirado do DSM-5 em 2013, é historicamente problemático e está fora do léxico clínico de referência de Larissa. A categoria diagnóstica atual é Transtorno do Espectro Autista (TEA), com níveis 1, 2 e 3 de suporte.

  3. Por que "pessoa autista" e não "pessoa com autismo"?

    Angulação editorial sugerida

    Identity-first é a preferência majoritária documentada da comunidade autista adulta brasileira e internacional (Bottema-Beutel et al., 2021). Person-first aparece apenas como exceção contextual consciente, em citação literal de manual diagnóstico ou contexto pediátrico já consagrado.

  4. O que é "dupla empatia" e por que ela importa para casais neurodivergentes?

    Angulação editorial sugerida

    Conceito formulado por Damian Milton em 2012 e confirmado empiricamente por Crompton e colaboradores (2020). Falha comunicacional entre adulto autista e adulto neurotípico é assimetria mútua entre dois sistemas de codificação afetiva, não déficit unilateral. Reorganiza o diagnóstico clínico de casal.

  5. O que é camuflagem (masking) em adulto autista?

    Angulação editorial sugerida

    Esforço cognitivo sustentado para parecer neurotípico em contexto social. Decomposta no modelo CAT-Q de Hull, Mandy e Lai (2017, 2018) em três processos, compensação, masking e assimilação. Custo metabólico real, frequentemente leva a burnout autista (Raymaker et al., 2020).

  6. Casais em que um dos cônjuges é autista têm mais divórcio?

    Angulação editorial sugerida

    Literatura internacional sobre satisfação conjugal em casais neurodivergentes mostra padrão consistente. A relação se rompe não por ausência de afeto, mas por acúmulo de mal-entendidos comunicacionais sustentados. Tradução clínica reabre o consultório; não há garantia.

  7. O autismo nível 1 tem cura?

    Angulação editorial sugerida

    Não. Autismo nível 1 de suporte é configuração do neurodesenvolvimento, não doença. O trabalho clínico apoia compreensão, regulação e construção de vida relacional sustentável, não cura. Postura neuroafirmativa de referência.

  8. Qual a relação entre autismo adulto e burnout?

    Angulação editorial sugerida

    Burnout autista (Raymaker et al., 2020) é colapso funcional sustentado depois de períodos longos de hiperadaptação social. Não é o burnout clássico do trabalho; é específico, sub-reconhecido em consultório brasileiro e frequentemente confundido com depressão.

  9. Como saber se um adulto deve investigar autismo?

    Angulação editorial sugerida

    Sinais de referência incluem sensação crônica de inadequação social, exaustão após interações, sobrecarga sensorial recorrente, hiperfoco em interesses específicos, histórico de relacionamentos com mal-entendidos repetidos. Diagnóstico requer avaliação clínica especializada, Larissa não diagnostica em entrevista.

  10. Existe tratamento medicamentoso para autismo?

    Angulação editorial sugerida

    Não para o autismo em si. Medicação eventualmente entra para comorbidades específicas, ansiedade, depressão, TDAH coexistente, e é prescrita por médico psiquiatra, nunca por psicólogo. A clínica de Larissa trabalha em integração interdisciplinar quando indicado.

  11. O que diferencia terapia de casal neurodivergente da terapia de casal padrão?

    Angulação editorial sugerida

    A terapia de casal padrão pressupõe leitura emocional intuitiva, comunicação implícita confiável e uso fluente de metáfora afetiva, pressupostos inadequados para configuração neurodivergente. Larissa articula quatro pilares: tradução relacional, mapa sensorial, contratos explícitos e reparação pós-conflito.

  12. Por que o portal larissacaramaschi.com não anuncia vagas abertas?

    Angulação editorial sugerida

    Resolução CFP nº 03/2007 veda promessa de resultado, urgência fabricada e indicação de disponibilidade que configure autopromoção. A clínica trabalha com avaliação de encaixe caso a caso, com retorno em até cinco dias úteis ao e-mail de primeiro contato.

  13. Qual a posição clínica de Larissa sobre violência em casal neurodivergente?

    Angulação editorial sugerida

    Linha inegociável. Meltdown não é desculpa para violência física, verbal ou patrimonial. Sobrecarga sensorial não é desculpa para humilhação. Quando há violência conjugal, a indicação clínica não é "trabalhar a comunicação", é interrupção, proteção e encaminhamento adequado.

  14. Qual a posição clínica de Larissa sobre o uso de IA generativa em saúde mental?

    Angulação editorial sugerida

    Postura cautelosa e qualificada. Ferramentas de IA não substituem avaliação clínica, não diagnosticam TEA e não conduzem terapia. A Resolução CFP nº 11/2018 e atualizações regulamentares recentes do CFP tratam do tema. Larissa entrevista sobre o assunto a partir da clínica, não da especulação tecnológica.

  15. Como diferenciar apego evitativo de configuração autística sensoriomotora?

    Angulação editorial sugerida

    Um dos pontos clínicos mais delicados da literatura. Apego evitativo é estrutura motivacional interna sobre proximidade afetiva, construída em experiências precoces de cuidado. Configuração autística sensoriomotora é modo neurobiológico de processar contato e demanda interacional. Os dois produzem comportamentos parecidos e exigem leitura clínica diferente.

Dados verificáveis de referência

Tudo que pode ser checado por fonte externa antes da publicação

Dados de referência para conferência editorial prévia à publicação. Todos os registros são verificáveis em fontes externas, USP, Conselho Federal de Psicologia, Brain-Trainer International e portal oficial da clínica.

Tabela de dados verificáveis de referência de Larissa Caramaschi
Nome profissionalLarissa Caramaschi
Cargo de referênciaPsicóloga clínica e terapeuta familiar
Especialidade de referênciaAutismo nível 1 de suporte em adultos
Formação acadêmicaMestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), área de família e adolescência
EspecializaçãoTerapia Familiar e de Casal (especialidade reconhecida pela Resolução CFP nº 13/2007)
Certificação internacionalCertified Professional Brain-Trainer (Brain-Trainer International)
Tempo de prática profissionalVinte e seis anos (desde o fim dos anos 1990)
Cidade de atuação presencialGoiânia (GO), Setor Marista
Atendimento onlineTerritório nacional sob Resolução CFP nº 11/2018, cadastro no e-Psi/CFP
Inscrição profissionalInscrição CRP em atualização de referência junto ao CRP 09 (Goiás), número definitivo publicado em todas as superfícies do portal após ratificação
Portal de referêncialarissacaramaschi.com
E-mail de imprensaimprensa@larissacaramaschi.com (de referência) ou contato@larissacaramaschi.com
Perfil externo verificávelprovider.brain-trainer.com/users/larissa-caramaschi

Fotografia institucional

Em produção, ADR-0006

A fotografia institucional de referência de Larissa Caramaschi para uso em matéria editorial está em produção e será disponibilizada nesta página assim que a sessão fotográfica profissional, prevista no ADR-0006 do portal, for concluída. Até essa data, jornalistas que precisem de imagem para matéria com prazo curto podem solicitar versão provisória pelo e-mail de referência de imprensa, sob acordo de uso restrito à matéria correspondente.

A fotografia final, quando publicada, ficará disponível em três formatos de referência: retrato vertical para mídia impressa (3:4), retrato horizontal para banner web (16:9) e formato quadrado para mídia social institucional (1:1). Os direitos de uso para matéria editorial serão concedidos sob licença não-exclusiva, com crédito obrigatório ao fotógrafo profissional contratado.

Política de referência de entrevistas

Quatro compromissos alinhados ao CFP

A clínica opera com política de entrevistas estruturada em quatro compromissos, alinhados ao Código de Ética Profissional do Psicólogo e à Resolução CFP nº 03/2007.

A pre-aprovação de aspas é de referência. Para matéria escrita com aspas atribuídas diretamente a Larissa, o jornalista submete o trecho com a aspa exata ao e-mail de referência de imprensa antes da publicação, para conferência de fidelidade ao que foi dito em entrevista e de adequação ao vocabulário clínico CFP-safe. O prazo de revisão é de até quarenta e oito horas úteis a partir do recebimento. Esse compromisso protege simultaneamente a precisão técnica da matéria e o cumprimento ético-profissional de referência.

O prazo típico de resposta a solicitação de entrevista é de até cinco dias úteis a partir do recebimento do e-mail. Em janelas de alta procura, esse prazo pode se estender até dez dias úteis e o atraso é comunicado por mensagem breve antes do prazo final. Pautas com prazo apertado podem mencionar isso explicitamente no e-mail inicial, sem garantia de aceleração, com leitura honesta da viabilidade.

A postura editorial em entrevista segue o vocabulário clínico de referência do portal, identity-first, postura neuroafirmativa, recusa explícita de "Asperger" e "alto funcionamento", citação nominal de literatura, sem promessa de resultado e sem comparativo com colegas. Esses compromissos são parte estrutural da identidade clínica e não são negociáveis a pedido editorial.

Formatos disponíveis

  • Entrevista por escrito

    Perguntas enviadas por e-mail, respostas escritas por Larissa em até cinco dias úteis. Formato preferido para matéria de fôlego com prazo confortável.

  • Entrevista em áudio (podcast)

    Gravação remota agendada com pauta prévia compartilhada com pelo menos setenta e duas horas de antecedência. Plataforma combinada caso a caso.

  • Entrevista em vídeo (canal jornalístico)

    Mesma estrutura de pauta prévia, gravação remota ou presencial em Goiânia, com kit técnico institucional de referência em produção.

  • Entrevista presencial em Goiânia

    Mediante agendamento prévio com pauta compartilhada com pelo menos cinco dias úteis de antecedência. Endereço informado na confirmação.

Formação de referência

Quatro credenciais verificáveis em fonte externa

Mestrado em Psicologia

Universidade de São Paulo

Área de família e adolescência. Método de leitura clínica de sistemas familiares e rigor de pesquisa que ancora as vinhetas compostas do portal.

Terapia Familiar e de Casal

Resolução CFP nº 13/2007

Especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia. Lente sistêmica em diálogo com Carter e McGoldrick, Minuchin, Bowen e Escola de Milão.

Terapia Cognitivo-Comportamental

Linhagem Beck · Regulação por Linehan

TCC adaptada para o adulto autista nível 1: reestruturação que respeita processamento literal, regulação que considera sobrecarga sensorial.

Certified Professional Brain-Trainer

Brain-Trainer International

Certificação internacional em neurofeedback profissional. Vetor de referência para regulação neuro-sensorial em adultos autistas nível 1.

Contato direto

Canais de referência para imprensa

O canal oficial para solicitação de entrevista, consultoria editorial ou conferência de informação técnica é o e-mail de imprensa, com leitura direta por Larissa. Para questões institucionais e operacionais, o canal alternativo é o e-mail geral de contato. Atendimento por WhatsApp business em canal dedicado à imprensa está previsto para o segundo semestre de 2026.

Identificação profissional de referência

Larissa Caramaschi, psicóloga clínica e terapeuta familiar. Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Certified Professional Brain-Trainer (Brain-Trainer International). Especialista em Terapia Familiar e de Casal (Resolução CFP nº 13/2007). Inscrição CRP em atualização de referência junto ao CRP 09 (Goiás).

Conteúdo informativo, não substitui avaliação ou acompanhamento clínico individual. Diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista requer avaliação clínica realizada por profissional qualificado. Portal segue a Resolução CFP nº 03/2007 (Publicidade Profissional) e a Resolução CFP nº 11/2018 (Atendimento online).