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Larissa Caramaschi

Área profissional · A-PRO · Subhub

Supervisão clínica em TEA adulto e casal neurodivergente

A supervisão clínica oferecida por Larissa Caramaschi atende colegas que conduzem casos de adulto autista nível 1 de suporte, casais neurodivergentes ou famílias sistêmicas com adulto autista no sistema. O foco é técnico: leitura fenomenológica do material, mapeamento dos ajustes operacionais no enquadre, identificação de bandeiras vermelhas e, quando aplicável, discussão sobre encaminhamento. Não é psicoterapia do supervisionando, e não substitui formação clínica regular.

O contrato de referência observa o Código de Ética Profissional do Psicólogo: sigilo absoluto sobre o material clínico anonimizado, sem captação automática do paciente do colega supervisionado, sem split de honorários, sem reciprocidade obrigada. O atendimento online segue a Resolução CFP nº 11/2018, com cadastro no e-Psi/CFP.

Modalidades de referência

Três formatos para três demandas distintas

A modalidade adequada depende do que o colega busca. Quem tem caso continuado se beneficia da individual; quem busca comunidade técnica regular escolhe a em grupo; quem tem dúvida pontual antes de decidir sobre um caso específico opta pela interconsulta. A decisão é conversada antes do primeiro encontro.

  • Supervisão individual

    Formato
    Encontro um a um, online ou presencial em Goiânia
    Duração
    Sessões de cinquenta minutos, frequência negociável (quinzenal ou mensal)
    Público
    Psicólogo ou psiquiatra com CRP/CRM ativo que conduz caso clínico específico, paciente adulto autista nível 1, casal neurodivergente, família sistêmica com adulto autista, e quer leitura técnica continuada.

    O colega traz material clínico anonimizado de um ou dois casos em acompanhamento. O foco da supervisão é técnico: leitura fenomenológica do material, mapeamento dos oito ajustes operacionais no enquadre, identificação de bandeiras vermelhas, decisão sobre direção terapêutica e, quando aplicável, discussão sobre encaminhamento. Não é psicoterapia do supervisionando; é interlocução clínica entre colegas.

  • Supervisão em grupo

    Formato
    Grupo fechado de quatro a seis colegas, online
    Duração
    Encontros mensais de noventa minutos, ciclo de seis meses por turma
    Público
    Psicólogos clínicos que atendem TEA adulto nível 1 ou casal neurodivergente, em busca de comunidade técnica regular e leitura cruzada de casos. Composição da turma considera nível de experiência prévia com o tema.

    Cada encontro tem leitura técnica rotativa, um colega apresenta vinheta clínica anonimizada, os demais leem com lentes técnicas distintas (TCC adaptada, sistêmica, identity-first, perfil sensorial). Há bloco temático fixo por encontro: diagnóstico diferencial em mulheres adultas, masking em sessão, reparação pós-conflito conjugal, manejo de meltdown em consultório. Material editorial de referência circula entre os colegas entre encontros.

  • Interconsulta de caso pontual

    Formato
    Encontro único, online
    Duração
    Sessão de noventa minutos, sem continuidade pressuposta
    Público
    Colega que recebeu paciente com hipótese de TEA adulto nível 1 ou configuração de casal neurodivergente e quer leitura técnica antes de decidir entre conduzir ou encaminhar.

    A interconsulta cobre um caso específico. O colega envia vinheta anonimizada antes do encontro, com hipótese diagnóstica, queixa de entrada, configuração relacional e dúvidas técnicas. O encontro discute a viabilidade clínica de conduzir o caso dentro do escopo do colega, eventuais ajustes do enquadre, bandeiras vermelhas e, quando aplicável, caminho operacional para encaminhamento. Não há reciprocidade obrigada nem encaminhamento automático.

Focos de referência

Três temas em que a supervisão tem repertório consolidado

A supervisão se sustenta sobre repertório clínico e bibliográfico identificável. Os três focos abaixo são os que estruturam a prática do portal. Eles convivem, um caso de mulher adulta em diagnóstico tardio pode entrar simultaneamente no foco 1 e no foco 3, eventualmente articulado ao foco 2 se houver demanda conjugal sobreposta.

TEA adulto nível 1 de suporte

O foco central: avaliação clínica, adaptação do enquadre, diagnóstico diferencial com depressão maior recorrente, transtorno de personalidade borderline, ansiedade social, TDAH adulto. Leitura crítica do que se importa (ou não) da clínica pediátrica. Masking, fadiga social, burnout autista.

Literatura primária

  • Lai, M. C. et al. (2020), Evidence-based support for autistic people across the lifespan. Lancet Neurology.
  • Hull, L. et al. (2017), Putting on My Best Normal: Social Camouflaging in Adults. J Autism Dev Disord.
  • Raymaker, D. M. et al. (2020), Defining Autistic Burnout. Autism in Adulthood.

Casal neurodivergente

Configurações autista-NT, autista-autista e com TDAH adulto coexistente. Os quatro pilares, tradução relacional, mapa sensorial do casal, contratos explícitos, reparação pós-conflito, aplicados em ordem variável conforme a queixa. Distinção fundamental: apego evitativo (estrutura interna sobre proximidade) vs. configuração autística sensoriomotora (regulação metabólica).

Literatura primária

  • Milton, D. E. M. (2012), On the ontological status of autism: the double empathy problem.
  • Crompton, C. J. et al. (2020), Autistic peer-to-peer information transfer.
  • Christensen, A., Doss & Jacobson (2014), Reconcilable Differences. Guilford.
  • Mikulincer & Shaver (2016), Attachment in Adulthood (2nd ed.).

Diagnóstico tardio em mulheres adultas

Subdiagnóstico feminino, viés clínico histórico, camuflagem feminina, fenótipo feminino do autismo. Como o quadro chega ao consultório frequentemente nomeado como burnout, depressão recorrente ou transtorno de personalidade borderline. Critérios para reconfigurar a leitura sem fechar diagnóstico em copy aberta.

Literatura primária

  • Bargiela, S., Steward, R. & Mandy, W. (2016), The Experiences of Late-diagnosed Women.
  • Hull, L., Mandy, W. & Petrides, K. V. (2017), Behavioural and cognitive sex/gender differences.
  • Lai, M. C. et al. (2017), Quantifying and exploring camouflaging in men and women with autism.

Elegibilidade e formato

Quem participa, como acontece, sob qual contrato

Elegibilidade de referência

  • Psicólogo clínico com CRP ativo na jurisdição de origem.
  • Psiquiatra com CRM ativo na jurisdição de origem.
  • Terapeuta familiar com formação reconhecida em terapia familiar sistêmica.
  • Fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional ou neuropsicólogo em atuação clínica regular com adulto autista.
  • Residente em psiquiatria em supervisão formal de programa reconhecido.

Contrato de referência

O contrato de supervisão é assinado entre profissionais e cobre: sigilo absoluto sobre material clínico anonimizado, frequência e duração combinadas, formato presencial em Goiânia (Setor Marista) ou online sob a Resolução CFP nº 11/2018, política de cancelamento com janela de aviso explícita, sem captação automática do paciente do colega supervisionado, sem split de honorários, sem reciprocidade obrigada de encaminhamento.

Onde a supervisão acontece

Presencial em Goiânia (Setor Marista), em consultório clínico próprio, em horários comerciais pré-acordados. Online em plataforma de videoconferência com criptografia ponta-a-ponta, sob a Resolução CFP nº 11/2018 e cadastro ativo no e-Psi/CFP. A modalidade híbrida é possível mediante alinhamento prévio, alguns encontros presenciais intercalados com encontros online.

Próximos passos

Primeiro contato técnico

O contato inicial passa pelo formulário de referência em /contato/agendamento, indicando, no campo de demanda, que se trata de supervisão clínica, e qual modalidade interessa (individual, em grupo ou interconsulta pontual). Retorno em até cinco dias úteis para uma primeira conversa breve sobre escopo, disponibilidade e condições contratuais. Honorários são informados em primeiro contato direto, conforme a Resolução CFP nº 03/2007, considerando modalidade, frequência e regime (presencial ou online).

Conteúdo informativo, não substitui avaliação ou acompanhamento clínico individual. Diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista requer avaliação clínica realizada por profissional qualificado. Portal segue a Resolução CFP nº 03/2007 (Publicidade Profissional) e a Resolução CFP nº 11/2018 (Atendimento online). A supervisão clínica oferecida por Larissa Caramaschi segue a Resolução CFP nº 03/2007 (Publicidade Profissional), a Resolução CFP nº 11/2018 (Atendimento online) e o Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP nº 010/2005). Não há promessa de resultado clínico, comparativo entre profissionais, split de honorários em encaminhamento ou captação automática do paciente do colega supervisionado.